sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
A CREDITE QUE VOCE PODE!

Você já observou elefante no circo? Durante o espetáculo, o enorme animal faz incríveis demonstrações de força. Mas, antes de entrar em cena, permanece preso, quieto, contido somente por uma corrente que aprisiona uma de suas patas a uma pequena estaca cravada no solo.
A estaca é só um pequeno pedaço de madeira. E, ainda que a corrente fosse grossa, parece óbvio que ele poderia, com facilidade, arrancá-la do solo e fugir. Mas, por que ele não foge?
A resposta é simples: o elefante não escapa porque foi preso à estaca ainda muito pequeno. Naquela época, a estaca era muito pesada para ele. Depois de muito tentar, o animal, já crescido, aceitou o seu destino: ficar amarrado na estaca, eternamente, esperando a hora do espetáculo.O elefante enorme não se solta porque acredita que não pode.
O mesmo acontece com muitas pessoas. Depois de ouvirem alguns “nãos” ou simplesmente porque algo deu errado, passam a acreditar que “não podem”. Ficam presas às estacas do fracasso e de uma vida limitada, e como o elefante de circo, já não percebem que possuem dentro de si a força para quebrar qualquer estaca que amarra suas vidas. Fonte: IURD Japão.
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
sábado, 20 de fevereiro de 2010
A SEMENTE DA VERDADE

Certa vez um forasteiro ao passar por uma estalagem, entrou e sentou-se numa das mesas. Uma jovem que ali servia aproximou-se de si, cumprimentando-o enquanto lhe entregava o menu. Este pediu uma refeição ligeira que a jovem anotou.
Depois de ter comido, o forasteiro reparou que não trazia consigo dinheiro, pedindo à jovem que chamasse o estalajadeiro. Quando este se aproximou, disse-lhe:
«Não trago comigo dinheiro com que possa pagar esta refeição, mas se aceitardes poderei oferecer-vos estas duas sementes que contêm em si a Verdade Suprema e que me foram entregues directamente por Deus».
O estalajadeiro, honrado com tal oferta, aceitou.
Antes de sair, o forasteiro chamou a jovem que o tinha atendido de forma simpática e acolhedora, oferecendo-lhe, sem que ninguém o soubesse, a terceira semente que trazia consigo.
O estalajadeiro pegou então nas duas sementes e colocou uma dentro de um cofre e a outra num pedestal do templo para que a população pudesse louvar a Verdade Maior.
A terceira semente, aquela que o forasteiro dera à jovem que servia na estalagem, foi lançada à terra e regada com o amor que essa jovem dedicou a tal tarefa. E enquanto as pessoas se reuniam no templo para louvar a semente da Verdade Maior, e o grupo mais restrito se reunia secretamente para adorar a semente guardada no cofre, a jovem limitava-se caminhar até ao quintal onde, todos os dias, ia regar a pequena semente.
E os anos passaram...
O culto à semente do templo cresceu e espalhou-se pela região. Muitas eram pessoas, multidões imensas, que todos os anos caminhavam até ao templo para irem fazer as suas preces e os seus pedidos.
O outro culto, o da semente guardada no cofre, mais reservado, secreto e misterioso, crescia também, trazendo até ao núcleo central, depois de provas de admissão e rituais vários, muitas pessoas da região.
E enquanto os dois cultos cresciam, a jovem que trabalhava na estalagem passava parte do seu tempo a cuidar da semente que, entretanto, se transformara numa bonita árvore.
E foi então que um grande burburinho se levantou naquela aldeia quando foi anunciada a chegada de um enviado de Deus. Ele, o mesmo homem que anos antes entregara as sementes, entrou na estalagem e sentou-se numa das mesas.
O estalajadeiro, honrado com tal visita, dispensou todos os empregados para que fosse ele o único a servir aquele homem. Foi então que este, ao recusar o menu, disse:
«Servi-me a Verdade».
O estalajadeiro foi então buscar as duas sementes, trazendo-as até si:
«Aqui está a Verdade, Senhor».
O forasteiro olhou para ele confuso, dizendo:
«O que me serves, homem? Achais mesmo que posso comer estas sementes?»
Ao que o estalajadeiro respondeu:
«Mas, Senhor, não me haveis pedido para vos servir a Verdade? Ela aqui está; as sementes que me haveis oferecido.»
O homem levantou-se desapontado, dizendo, enquanto saía:
«Quando eu vos ofereci essas sementes elas eram a verdade, mas hoje a verdade é outra.»
E saiu da estalagem com fome, caminhando pela rua principal da aldeia.
Foi então que, ao passar pelo quintal de uma casa mais afastada, ele viu uma árvore robusta e, junto desta, uma jovem. Aproximou-se.
«Que árvore bonita...», disse ele num leve sorriso.
«Sim, mestre!», respondeu a jovem, reconhecendo-o. «Nasceu da semente que me haveis oferecido anos antes».
Ela aproximou-se então da árvore colhendo alguns frutos que lhe ofereceu, dizendo:
«Aqui está a Verdade que procurais».
Ele sorriu, retorquindo:
«Agora que haveis compreendido, não guardeis esses frutos num cofre para os proteger, nem os coloqueis num pedestal para os adorar, mas doai-os ao mundo para que no mundo uma nova verdade possa nascer.»
E aquele enviado de Deus partiu satisfeito, e sem fome, porque pelo menos uma pessoa tinha compreendido a razão da sua missão, e assim sendo, novos frutos, germinados de uma árvore nascida das mãos sábias de quem soube compreender a verdadeira razão de ser uma semente, iriam ser doados ao mundo saciando-o de uma longa fome.
O REI DE QUASE TUDO

O Rei de Quase Tudo tinha quase tudo.
Tinha terras, exércitos e tinha muito ouro.
Mas, o Rei não estava satisfeito com o quase tudo.
Ele queria tudo.
Queria todas as terras.
Queria todos os exércitos do mundo.
E queria todo o ouro que ainda houvesse.
Assim, mandou os seus soldados à procura de tudo.
E mais terras foram conquistadas.
Outros exércitos foram dominados.
Nos seus cofres já não cabia tanto ouro.
Mas o Rei ainda não tinha tudo.
Continuava o Rei de Quase - Tudo.
Por isso ele quis mais
Quis as flores, frutos e os pássaros.
Quis as estrelas e quis o sol.
Flores e frutos e pássaros lhe foram trazidos.
Estrelas foram aprisionados e o sol perdeu a liberdade.
Mas o rei ainda não tinha tudo.
Porque tendo as flores, não lhes podia prender a beleza e o perfume.
Tendo os pássaros, não lhes podia prender o cantar.
Tendo as estrelas, não lhes podia prender o brilho.
E tendo o sol, não lhe podia prender a luz.
O Rei era ainda o Rei de Quase tudo.
E ficou triste.
Na sua tristeza saiu a caminhar pelos seus reinos.
Mas os reinos eram agora muito feios.
As flores e os frutos tinha estrelas e o dia não tinha sol.
E triste como ele eram os seus súditos.
Então o Rei de Quase - Tudo não quis mais nada.
Mandou que devolvessem as flores aos campos e que entregassem As terras conquistadas.
Mandou que plantassem árvores para que dessem frutos e que soltassem os pássaros.
Mandou que distribuíssem as estrelas pelo céu e que libertassem o sol.
O Rei ficou feliz
Na sua imensa alegria sentiu a P A Z .
E sentindo a paz, O Rei viu que não era mais o Rei de Quase - Tudo.
Ele agora tinha tudo.
O NAUFRAGO

Após um naufrágio, o único sobrevivente agradeceu a Deus por estar vivo. E este único sobrevivente foi parar numa ilha deserta e fora de qualquer rota de navegação. E ele agradeceu novamente. Com muita dificuldade e os restos dos destroços, ele conseguiu montar um pequeno abrigo para que pudesse se proteger do sol, da chuva e de animais.
O tempo foi passando e a cada alimento que conseguia, ele agradecia. Um dia, voltando depois de caçar e pescar viu que seu abrigo estava em chamas, envolto em altas nuvens de fumaça. Desesperado, ele se revoltou e gritava chorando: "O pior aconteceu! Perdi tudo. Deus por que fez isso comigo?" Chorou tanto que adormeceu profundamente, cansado.
No dia seguinte, bem cedo, foi despertado por um navio que se aproximava. "Viemos resgatá-lo", disseram. "Como souberam que eu estava aqui?", perguntou. "Nós vimos o seu sinal de fumaça", responderam eles.
É comum nos sentirmos desencorajados e até desesperados quando as coisas vão mal. Mas Deus age em nosso benefício, mesmo nos momentos de dor e sofrimento. Lembre-se: se algum dia o seu único abrigo estiver em chamas pode ser o sinal de que a graça divina chegará até você.
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
FACA VOCE PRIMEIRO!

Faça voce primeiro!
Era uma vez, uma jovem chamada Lin, que se casou e foi viver com o marido na casa da sogra. Depois de algum tempo, começou a ver que não se adaptava à sogra. Os temperamentos eram muito diferentes e Lin cada vez se irritava mais com os hábitos e costumes da sogra, que criticava cada vez com mais insistência.
Com o passar dos meses, as coisas foram piorando, a ponto de a vida se tornar insuportável. No entanto, segundo as tradições antigas da China, a nora tem que estar sempre ao serviço da sogra e obedecer-lhe em tudo.
Mas Lin, não suportando por mais tempo a idéia de viver com a sogra, tomou a decisão de ir consultar um Mestre, velho amigo do seu pai. Depois de ouvir a jovem, o Mestre Huang pegou num ramalhete de ervas medicinais e disse-lhe:
"Para te livrares da tua sogra, não as deves usar de uma só vez, pois isso poderia causar suspeitas. Vais misturá-las com a comida, pouco a pouco, dia após dia, e assim ela vai-se envenenando lentamente. Mas, para teres a certeza de que, quando ela morrer, ninguém suspeitará de ti, deverás ter muito cuidado em tratá-la sempre com muita amizade. Não discutas e ajuda-a a resolver os seus problemas.
" Lin respondeu: "Obrigado, Mestre Huang, farei tudo o que me recomenda".
Lin ficou muito contente e voltou entusiasmada com o projeto de assassinar a sogra. Durante várias semanas, Lin serviu, dia sim dia não, uma refeição preparada especialmente para a sogra. E tinha sempre presente a recomendação de Mestre Huang para evitar suspeitas: controlava o temperamento, obedecia à sogra em tudo e tratava-a como se fosse a sua própria mãe.
Passados seis meses, toda a família estava mudada. Lin controlava bem o seu temperamento e quase nunca se aborrecia. Durante estes meses, não teve uma única discussão com a sogra, que também se mostrava muito mais amável e mais fácil de tratar com ela. As atitudes da sogra também mudaram e ambas passaram a tratar-se como mãe e filha.
Certo dia, Lin foi procurar o Mestre Huang, para lhe pedir ajuda e disse-lhe:
"Mestre, por favor, ajude-me a evitar que o veneno venha a matar a minha sogra. É que ela transformou-se numa mulher agradável e gosto dela como se fosse a minha mãe. Não quero que ela morra por causa do veneno que lhe dou.
" Mestre Huang sorriu e abanou a cabeça: "Lin, não te preocupes. A tua sogra não mudou. Quem mudou foste tu. As ervas, que te dei, são vitaminas para melhorar a saúde.
O veneno estava nas suas atitudes, mas foi sendo substituído pelo amor e carinho que lhe começaste a dedicar.
" Na China, há um provérbio que diz: "A pessoa que ama os outros também será amada".
Era uma vez, uma jovem chamada Lin, que se casou e foi viver com o marido na casa da sogra. Depois de algum tempo, começou a ver que não se adaptava à sogra. Os temperamentos eram muito diferentes e Lin cada vez se irritava mais com os hábitos e costumes da sogra, que criticava cada vez com mais insistência.
Com o passar dos meses, as coisas foram piorando, a ponto de a vida se tornar insuportável. No entanto, segundo as tradições antigas da China, a nora tem que estar sempre ao serviço da sogra e obedecer-lhe em tudo.
Mas Lin, não suportando por mais tempo a idéia de viver com a sogra, tomou a decisão de ir consultar um Mestre, velho amigo do seu pai. Depois de ouvir a jovem, o Mestre Huang pegou num ramalhete de ervas medicinais e disse-lhe:
"Para te livrares da tua sogra, não as deves usar de uma só vez, pois isso poderia causar suspeitas. Vais misturá-las com a comida, pouco a pouco, dia após dia, e assim ela vai-se envenenando lentamente. Mas, para teres a certeza de que, quando ela morrer, ninguém suspeitará de ti, deverás ter muito cuidado em tratá-la sempre com muita amizade. Não discutas e ajuda-a a resolver os seus problemas.
" Lin respondeu: "Obrigado, Mestre Huang, farei tudo o que me recomenda".
Lin ficou muito contente e voltou entusiasmada com o projeto de assassinar a sogra. Durante várias semanas, Lin serviu, dia sim dia não, uma refeição preparada especialmente para a sogra. E tinha sempre presente a recomendação de Mestre Huang para evitar suspeitas: controlava o temperamento, obedecia à sogra em tudo e tratava-a como se fosse a sua própria mãe.
Passados seis meses, toda a família estava mudada. Lin controlava bem o seu temperamento e quase nunca se aborrecia. Durante estes meses, não teve uma única discussão com a sogra, que também se mostrava muito mais amável e mais fácil de tratar com ela. As atitudes da sogra também mudaram e ambas passaram a tratar-se como mãe e filha.
Certo dia, Lin foi procurar o Mestre Huang, para lhe pedir ajuda e disse-lhe:
"Mestre, por favor, ajude-me a evitar que o veneno venha a matar a minha sogra. É que ela transformou-se numa mulher agradável e gosto dela como se fosse a minha mãe. Não quero que ela morra por causa do veneno que lhe dou.
" Mestre Huang sorriu e abanou a cabeça: "Lin, não te preocupes. A tua sogra não mudou. Quem mudou foste tu. As ervas, que te dei, são vitaminas para melhorar a saúde.
O veneno estava nas suas atitudes, mas foi sendo substituído pelo amor e carinho que lhe começaste a dedicar.
" Na China, há um provérbio que diz: "A pessoa que ama os outros também será amada".
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
oque voce obeserva nesta imagem? vemos que ha pessoas ali preocupadas com sigo mesma ,com trabalho,vida semtimental,com seu lazer ,com seus propios interesses,mas observamos que no mar a outras pessoas se afogando pedindo ajuda ! eas pessoas que estao emcima da quela ponte nao estao nem ai, a nao ser duas pessoas que lutam pela quelas almas que estao se afogando! e... mas e assim nos dias de hoje ,quantas nao sao as pessoas que tem si preocupado so com sigo mesma ao imves de ir salvar as almas que estao se afogando neste mundo, medite nessa imagem. deus abencoi a todos!
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